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14 Junho
O CDOP adquire uma nova tecnologia para cirurgia de Transplante

O CDOP (Cirurgia e Diagnose em Oftalmologia do Paraná), sempre acompanhando os avanços da medicina e procurando investir o que há de melhor e mais moderno para os clientes, acaba de adquirir o aparelho Microcerátomo, que possibilita a realização de transplantes lamelares anterior e endotelial. O novo equipamento pode ser usado em cirurgias de transplante decorrentes de cicatrizes de córnea, distrofias corneanas, ceratopatia bolhosa e trauma ocular.

O transplante lamelar anterior (em que somente a parte anterior da córnea é transplantada), já está sendo realizado por médicos especialistas em transplante de córnea no CDOP, desde 2011. No início de 2013, dois pacientes já foram beneficiados dessa nova cirurgia, obtendo resultado visual poucos dias após o transplante.

A técnica cirúrgica é dominado DSAEK(Descement Stripping Authomated Endothelial keratoplasty). Nessa técnica, o aparelho microcerátomo retira com perfeição somente a porção mais posterior da córnea doada (endotélio). Durante a cirurgia, o endotélio do paciente é retirado por uma incisão pequena de 5mm e posteriormente é implantado o novo tecido sadio do doador.

A cirurgia de transplante de córnea é bastante rápida, durando aproximadamente 30 minutos e é indicado sempre que a córnea perde sua transparência ou sofre alguma deformação, como no ceratocone. Nesses casos, a visão fica muito baixa e somente a substituição da córnea é capaz de oferecer alguma melhora.

Segundo os especialistas, o tempo de recuperação é menor, o risco de rejeição é bastante diminuído e o resultado visual é superior. Para essa nova técnica de transplante, exige não só equipamentos específicos, mas também, oftalmologistas dispostos a realizá-los.

A recuperação da visão após o transplante de córnea é um processo lento, porém progressivo. Nos primeiros meses do transplante a maior preocupação consiste na viabilidade da córnea doadora, ou seja, saber se a córnea doadora resistirá a cirurgia, readquirindo a transparência, sem apresentar sinais de rejeição ou falência.

As vantagens dessa nova técnica são: tempo cirúrgico mais rápido de aproximadamente 30 min, enquanto o transplante tradicional dura em média 60 minutos; A recuperação pós-operatório é mais rápido, em uma semana já existe melhora visual significativa. O transplante tradicional exige no mínimo três meses para haver melhora visual significativa; Não há pontos na córnea, porque o tecido se adere por mecanismo de bombeamento, não havendo risco de astigmatismo corneano induzido pela cirurgia, como é tão frequente nos transplantes penetrantes tradicionais. Não há necessidade de retirar inúmeros pontos no período pós-transplante (entre 16 e 32 pontos), diminuindo os riscos de infecção relacionados aos pontos; Como é transplantado somente o endotélio (epitélio e estroma), isso faz diminuir a chance de haver rejeição.

O objetivo da cirurgia é melhorar a visão de pacientes portadores de doenças que afetam a parte interna da córnea (endotélio), sendo que, as mais frequentes são as Distrofia de Fuchs, Ceratopatia Bolhosa e complicações após outras cirurgias oftalmológicas.


Serviço:
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Fonte: Shirley Pontes - Marketing CDOP


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